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Paraíso das Águas,12/08/2022

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    Na capital, vereador de Paraíso das Águas se encontra com a Miss MS e reforça a atenção ao combate à hanseníase

    O vereador se encontrou com a Hemilly Bruno, Miss Mato Grosso do Sul


    Na capital, vereador de Paraíso das Águas se encontra com a Miss MS e reforça a atenção ao combate à hanseníase


    Durante visita ao Bioparque Pantanal, cumprindo agenda na capital Campo Grande (MS), o vereador Fio do Povo (PSDB) se encontrou com a Miss Mato Grosso do Sul, Hemilly Bruno Duarte.

    Hemilly tem 20 anos e reside em Campo Grande.

    Durante o encontro, chamou a atenção à uma causa importante - o combate à hanseníase, campanha reforçada pelo Morhan.

    O Morhan é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 6 de Junho de 1981. Suas atividades são voltadas para a eliminação da Hanseníase, através de atividades de conscientização e foco na construção de políticas públicas eficazes para a população.
    O Morhan luta pela garantia e respeito aos Direitos Humanos das pessoas atingidas pela hanseníase e seus familiares, temos no voluntariado nossa maior força de luta.
    Vamos juntos eliminar a Hanseníase!

    A Hanseníase
    A hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa) causada pelo Mycobacterium leprae, microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento dos doentes, que hoje já não existe e nem é necessário, pois a doença pode ser tratada e curada.

    A Transmissão

    A Hanseníase é transmissível através da respiração. Mas esse contágio tem algumas características especiais: A pessoa, com a doença, sem tratamento e na forma transmissível da doença e um convívio prolongado com esse indivíduo. Tão logo seja iniciado o tratamento a doença deixa de ser transmissível. É por isso que é importante diagnosticar a doença logo no início.
    Ninguém que tenha a doença precisa se afastar da sociedade, nem deixar de trabalhar ou ficar perto de sua família.
    A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica.
    Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
    Sinais e Sintomas
    Os sinais e sintomas da hanseníase estão localizados principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, nas costas, nas nádegas e nas pernas.
    Abaixo segue uma lista dos sinais e sintomas mais comuns da hanseníase:

    Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualqueer parte do corpo.
    Área de pele seca e com falta de suor.
    Área da pele com queda de pêlos, mais especialmente nas sobrancelhas.
    Área da pele com perda ou ausência de sensibilidade (dormências, diminuição da sensibilida de ao toque, calor ou dor). Neste caso, pode ocorrer de uma pessoa se queimar no fogão e nem perceber, indo verificar a lesão avermelhada da queimadura na pele mais tarde.
    Parestesias (sensação de formigamento na pele, principalmente das mãos e dos pés).
    Dor e sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas.
    Edema ou inchaço de mãos e pés.
    Diminuição da força dos músculos das mãos, pés e face devido à inflamação de nervos, que nesses casos podem estar engrossados e doloridos.
    Úlceras de pernas e pés.
    Nódulo (caroços) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.
    Hanseníase tem Cura?
    A hanseníase tem cura. Os portadores da doença que, até a década de 70, eram excluídos do convívio social e condenados ao confinamento em colônias, hoje recebem remédios de graça e se tratam em casa, com acompanhamento médico nas unidades básicas de saúde.
    O tratamento dura, em média, entre seis meses e um ano. Mas o caminho até a eliminação em nível nacional é longo. É necessária a mobilização da sociedade, formação adequada de profissionais de saúde e empenho dos governantes, na avaliação de Artur Custodio, coordenador nacional do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela hanseníase (Morhan), entidade com mais de duas décadas de atuação e 100 grupos de voluntários em todo o país.



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