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Paraíso das Águas,09/03/2026

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Pai e filho são presos duas vezes em 48h por receptação de gado em MS

Dupla voltou a ser presa em flagrante após nova fiscalização encontrar bovinos com indícios de adulteração de marcas em área rural ligada à família


Pai e filho são presos duas vezes em 48h por receptação de gado em MS

Pai e filho, de 60 e 34 anos, foram presos pela segunda vez em 48 horas em Nova Andradina, suspeitos de envolvimento na receptação de bovinos furtados. A nova prisão foi realizada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por meio da Seção de Investigações Gerais (SIG), durante diligências na região do Assentamento Teijin.

Os dois já haviam sido presos em flagrante no último dia 5 de março, após uma ação na zona rural do município que localizou bovinos de origem ilícita em uma propriedade vinculada aos investigados. No dia seguinte, porém, uma decisão do juiz de garantias colocou os suspeitos em liberdade, mediante o cumprimento de medidas cautelares, entre elas o uso de monitoramento eletrônico.

A situação mudou novamente no sábado, 7 de março, quando a equipe da SIG voltou à região com apoio de fiscais da IAGRO. Durante a fiscalização em propriedades ligadas à família, os policiais encontraram, segundo a investigação, animais provenientes de crime sendo ocultados em área rural relacionada aos suspeitos. Diante do flagrante, pai e filho foram presos outra vez.

O ponto que mais pesa na investigação é a forma como os animais eram mantidos e identificados. Conforme a apuração, os bovinos apresentavam irregularidades nas marcas, com sinais de sobreposição e adulteração. Esse tipo de prática, segundo a Polícia Civil, é usado justamente para dificultar a identificação da origem dos animais e esconder a procedência ilícita do rebanho.

Depois da separação do gado furtado nas propriedades rurais, os próprios investigados fariam o embarque e o transporte dos animais até lotes no Assentamento Teijin. Já no local, os bovinos teriam as marcas de origem borradas por meio da aplicação de uma marca não registrada junto à IAGRO. Na sequência, segundo a polícia, era feita uma nova marcação com sinal pertencente à família, numa tentativa de dificultar o rastreamento da procedência dos animais.

O caso segue em investigação, enquanto a Polícia Civil tenta identificar a extensão do esquema, a origem de outros animais suspeitos e possíveis conexões com furtos registrados em propriedades rurais da região.

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