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Paraíso das Águas,11/05/2026

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Com 10,8 mil casos em 2026, chikungunya ultrapassa 50% do registrado na década em MS

O Estado registra 16 mortes pela doença apenas neste ano


Com 10,8 mil casos em 2026, chikungunya ultrapassa 50% do registrado na década em MS Imagem ilustrativa

Nos últimos dez anos, Mato Grosso do Sul registrou 21.282 casos de chikungunya, segundo a SES (Secretaria Estadual de Saúde). Em 2026, apenas nos primeiros quatro meses, o Estado já soma 10.855 casos prováveis. Assim, os números atuais já chegam a 51% do total registrado na década.

Além disso, 16 pessoas morreram de chikungunya em Mato Grosso do Sul neste ano. Outros dois óbitos são investigados pela SES. Entre 2016 e 2025, foram 24 mortes pela doença confirmadas laboratorialmente. Ou seja, os dados de 2026 representam 66,6% das mortes registradas na última década.

Desde 2015 até 2021, a circulação de chikungunya em Mato Grosso do Sul era considerada baixa. O número de casos variou entre nove e 271 neste período. Em 2022, foram registrados 596 casos. Em cada um dos dois anos seguintes, mais 2,7 mil pessoas adoeceram por chikungunya no Estado.

No ano passado, o número de casos explodiu em Mato Grosso do Sul, chegando a 14.148, com 17 mortes. Agora, os registros de chikungunya ultrapassam 2025 a cada semana. Mesmo com dados parciais, abril de 2026 já supera o mesmo mês de 2025 em 114%. O salto foi de 2,6 mil casos para 5,7 mil casos.

Por que aumentou?

A SES observa o aumento de casos desde 2023, quando houve epidemia de chikungunya no Paraguai. Segundo a pasta, foi assim que a circulação viral se intensificou na região de fronteira. Esta foi justamente a região onde a epidemia começou a se intensificar neste ano.

Segundo a pasta, o número de casos de chikungunya ficou tão alto, principalmente, em função da presença de pessoas que ainda não haviam tido contato com o vírus. A SES afirma que adota medidas permanentes de enfrentamento às arboviroses, com foco em prevenção ao mosquito Aedes aegypti.

Além das causas biológicas, questões sociais também impactam na maior circulação do vírus, principalmente em populações mais vulneráveis. No início do ano, as aldeias Jaguapiru e Bororó, na Reserva Indígena de , eram o epicentro da doença em Mato Grosso do Sul. Mais de 20 mil pessoas vivem no local.

Conforme a prefeitura, 2.475 casos de chikungunya foram confirmados entre indígenas, cerca de um quarto do total de Mato Grosso do Sul. Nove das 15 mortes registradas no Estado ocorrem entre indígenas.

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